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sábado, 6 de outubro de 2012

CRIMES SATANICOS - O LIVRO!


Eles mataram em nome do diabo. 
O livro além de denunciar o rapto organizado de pessoas com objetivo serem sacrificadas em rituais de magia negra dentro e fora do Brasil, apresenta casos que vêm acontecendo em todo o mundo. Os crimes descritos nesse livro são de extrema violência e demonstram a urgencia em serem expostos para que a sociedade se mobilize contra essas práticas ocultas em nosso mundo. O livro também fala da relação entre Serial Killers e cultos satânicos; cita casos famosos como Charles Manson, Richard Ramirez, David Berkowitz, Henry Lee Lucas, Ottis Tole, Condessa Bathory, Richard Ramirez, entre outros.

Entrevista com Léo Montenegro concedida á Gabi do Portal Momento Literário.

1 – Quando você começou a investigação e qual foi a principal motivação que o levou a escrever o livro?

R: Tive acesso as fotos da cena do crime de um ritual satânico envolvendo a morte de criança de cerca de 2 ou 3 anos de idade. Ela foi sacrificada pela própria mãe em uma ritual de magia negra e teve seu coração arrancado e em seguida foi decapitada. Isso me motivou á denunciar esses crimes que estão acontecendo em todo o mundo. Não fazemos idéia do quanto isso é real, pois, a mídia não noticía esses crimes por duas razões: 1- Esses crimes possuem requintes de crueldade extrema á ponto de deixar muitas pessoas em estado de choque. 2- O envolvimento de pessoas influentes da sociedade que estão envolvidas no rapto e morte dessas pessoas.
Crimes Satânicos é em primeiro lugar uma denúncia.

A DURA REALIDADE É QUE O SATANISMO REALMENTE EXISTE.

As autoridades americanas confirmaram ne sta segunda o assassinato de um bebê pela mãe, que o decapitou por “ordem do diabo”, segundo o site de notícias KSLA.
A polícia de San Antonio, no Estado americano do Texas, afirmou que Otty Sánchez, uma mulher de 33 anos, apunhalou e decapitou seu filho no domingo e depois se feriu com uma faca.
A mulher se encontrava em estado crítico com feridas no peito e na barriga, quando a polícia chegou a sua casa e a levou a uma clínica próxima.
Os investigadores disseram que Sánchez admitiu que tinha decapitado a criança, porque “o diabo tinha ordenado”.
O corpo do bebê, identificado como Scott Wesley Buchholtz Sánchez, foi encontrado apunhalado e mutilado em uma dos quartos da casa. A polícia encontrou uma espada, um facão e uma faca de cozinha na casa de Otty.
O porta-voz policial de San Antonio, Joe Ríos, explicou à imprensa que a mulher será acusada de homicídio premeditado. Segundo Ríos, quando a polícia chegou, Otty estava sentada em uma poltrona gritando que tinha matado seu bebê.
“Ela disse que alguém ou algo a pediu que fizesse isto”, afirmou o agente, que explicou que aparentemente a mulher escutava vozes e que pode ter tido algum tipo de crise mental.
“Ela disse que alguém ou algo a pediu que fizesse isto”, afirmou o agente, que explicou que aparentemente a mulher escutava vozes e que pode ter tido algum tipo de crise mental.
Fonte: blog sob nova direção.

2 – Durante as investigações o que mais lhe chamou atenção dentro do assunto?

R: Foram dois anos para concluir o livro Crimes Satânicos e o que mais me assustou foi a multiplicação de casos nesse período. Conforme eu ia escrevendo surgiam novos casos no Brasil e no mundo. O que me espantou foi que na maioria desses casos haviam jovens envolvidos e muitos deles foram criados em um berço cristão mas que com o tempo acabaram se envolvendo com o satanismo. Mas o que mais me chocou foram os vídeos Snuffs, antes de ver isso eu nunca tinha visto uma pessoa morrer e isso me abalou de tal forma que por vários dias eu não consegui dormir á noite, pois fechava os olhos e lá estavam as cenas. Foram os piores dias da minha vida. Sinceramente, eu ainda não sei o quanto isso me afetou.

3 – No livro você fala sobre aliciamento de pessoas para cultos satânicos, de que forma se dá a divulgação dessa religião e como as pessoas são alcançadas por satanistas?

R: O satanismo tem se multiplicado em todo o mundo e esse crescimento se deve principalmente á liberdade que o satanismo conquistou no mundo todo. A internet se tornou sua principal ferramenta de aliciamento. Ela tem alcançado jovens e adultos que pensam ter encontrado no satanismo uma forma de expressar seu ódio contra a família, a igreja e o mundo. A Bíblia Satânica pode ser baixada gratuitamente em milhares de sites no Brasil e no mundo todo e toda essa facilitação somada á curiosidade acaba por contribuir com o crescimento do satanismo no mundo todo. Encontrei até mesmo sites e foruns na internet dedicados á auxiliar jovens cristãos convertidos ao satanismno, dando dicas de como esconder sua nova crença e até mesmo dando instruções de como agir na hora de contar á familia que era um adorador de satan. Muitos dos jovens que comentaram sobre esse tópico eram evangélicos e até filhos de pastores.

4 – Rituais dessa natureza são altamente secretos, como você conseguiu as informações que precisava para o livro?

R: Me infiltrei em muitos fóruns e comunidades relacionadas ao satanismo e tive acesso á muita informação e notícias. Conversei com ex adeptos do satanismo e assisti documentários e artigos sobre o assunto. Porém, através de casos que estão vindo á tona puder somar muitas informações que acabaram sendo importantes para o livro. Minha principal motivação não era atacar uma religião ou crença e sim denunciar os crimes promovidos por alguns cultos satânicos ou com motivação satânica.

5 – Qual a ligação entre a pedofilia e o satanismo?

R: Essa relação existe á muito tempo. Hoje no Brasil temos esse assunto em evidencia graças ao trabalho da CPI da Pedofilia, porém as redes organizadas de pedofilia são muito mais antigas. Nos anos 80 o culto satânico Templo de Set já estava sendo investigado por abusos sexuais de crianças e mesmo com tantas provas colhidas na época, ninguém foi preso. No livro Crimes Satânicos tenho falado sobre essa relação entre satanismo e pedofilia isso devido á facilidade que alguns cultos satânicos tem de raptar crianças, aliada a grande demanda da pedofilia no mundo todo. Alguns cultos raptam as crianças para a produção de vídeos snuff. Algumas dessas crianças são abusadas, torturadas e mortas das piores formas possíveis, tendo tudo isso gravado em vídeo que é em seguida vendido para redes organizadas de pedofilia. Muitas dessas redes são organizadas por cultos satânicos, ou, satanistas que tem como missão abastecer o mercado com esses vídeos snuffs. Estima-se que a pedofilia arrecada anualmente cerca de 5 bilhões de dólares por ano, tendo usado a internet como forma de espalhar esse mal pelo mundo.

6 – O que são os vídeos snuffs, de que forma estão ligados ao satanismo?

R: Vídeos snuffs são vídeos com mortes e assassinatos reais que são filmados ou produzidos com o objetivo de serem comercializados. Quando comecei a pesquisar os cultos satânicos e rituais satânicos encontrei informações que relacionavam os vídeos Snuffs aos cultos satânicos. Desde á Mão da Morte nos anos 70 á 80, os assassinatos em Ciudad Juarez, até casos nos dias atuais apresentavam essa relação. Na internet existem milhares de vídeos de mortes e assassinatos reais, porém só são considerados vídeos Snuffs os vídeos que foram produzidos ou filmados com o objetivo de comercialização. Muitos falsos vídeos snuff tem surgido, tanto que quando comecei a escrever sobre os eles, eram considerados uma lenda. Mas, essa idéia caiu por terra quando eu assisti um vídeo snuff real. No livro Crimes Satânicos eu conto em detalhes a história e descrevo dois desses vídeos reais. Inclusive nesse livro eu busquei apresentar a existência desses vídeos e somente descrevi os reais que assisti isso com o objetivo de mostrar que vídeos snuff não são lendas, pois como reuni muita informação e inclusive um testemunho de uma pessoa de total confiança que viu um vídeo snuff em São Paulo, irei falar mais sobre o assunto em breve.

7 – Muitas das pessoas envolvidas em rituais satânicos saem impunes quando presas ou postas sobre investigação. Esse é o caso de Valentina de Andrade, que continua livre até os dias de hoje e é tratada em seu livro como responsável pela morte de muitas crianças, tanto no Brasil como na Argentina. Por que as investigações dos desaparecimentos de pessoas vítimas desses rituais dificilmente são levadas a sério ou conseguem ter um desfecho justo?

R: Creio que o motivo principal disso seja o envolvimento de “peixes grandes” do cenário político, policial e da infiltração de membros desses cultos no poder público. Um pais como o Brasil é o sonho de todo assassino e pedófilo. Um país onde a justiça tem seu preço e a impunidade é garantida mediante grandes somas de dinheiro, torna-se o paraíso para pessoas como Valentina de Andrade e outros criminosos que vivem do rapto e assassinato de crianças e jovens. Eu gostaria de estar errado, mas para isso alguém teria que me responder a seguinte pergunta: Onde estão as milhares de crianças que somem todo o ano no Brasil?

8 – A ligação entre seriais killers e cultos satânicos é freqüente?

R: Muitos deles como Richard Ramirez são adoradores do diabo e pensam estar a serviços de satan ao cometerem seus crimes. Outros como Henry Lee Lucas faziam parte de cultos satânicos. Cultos como Matamoros acabam sacrificando pessoas ao diabo como forma de conseguir proteção de demônios para não serem presos ou prosperar nos negócios. Mudam as motivações, mas o envolvimento de muitos deles com o satanismo é bastante freqüente.

9 – Fale sobre um dos assassinos citados no livro que está envolvido com práticas de magia negra.

R: Vou falar sobre Ottis Tole, conhecido serial killer americano. Ottis Tole foi iniciado no satanismo por sua avó que o levava junto com ela ao cemitério para fazer rituais satânicos onde entre outras coisas ela comia cadáveres e as vezes levava pedaços deles para rituais. Ottis era chamado por sua avó de A Criança Demônio. Anos mais tarde Ottis começou a matar principalmente crianças que logo após serem violentadas eram canabalizadas por ele. Ele trabalhou para um culto satânico chamado A Mão da Morte; seu trabalho era raptar crianças e jovens para rituais satânicos e para a filmagem de vídeos snuff. Ottis matou centenas de pessoas. O Livro Crimes Satânicos traz uma entrevista com ele, onde conta tudo, inclusive como eram os rituais. Essa parte do livro não deve ser lida por pessoas sensíveis ou cardíacas, bem, creio que todo o livro é desaconselhável para algumas pessoas. No início eu tive medo de chocar as pessoas, mas descobri da pior maneira que é impossível tratar desse assunto sem causar comoção nas pessoas ou até mesmo não gerar polêmica.

10 – O livro Crimes Satânicos gerou uma grande expectativa por conta das denúncias apresentadas e por trazer á tona os crimes envolvendo o satanismo. A editora Naós que está lançando seu livro sentiu algum receio em lançá-lo?

R: Não, de forma alguma. A Editora Naós se mostrou bastante preparada para lançar o livro. A Naós é uma editora que tem um grande compromisso com a verdade e acabou encontrando em Crimes Satânicos um material que busca alertar a sociedade e o povo cristão sobre esse tema que para muitos é um mistério.

11 – Em algum momento enquanto você estava escrevendo Crimes Satânicos, você sentiu medo de sofrer represálias?

R: Sim, recebi um email com ameaças de pessoas ligadas á um dos portais que promoviam o satanismo e que mostrava um ritual satânico. Falo disso no livro. Pensei em parar de escrever por várias vezes, mas o motivo foi a luta espiritual que é falar sobre esse assunto. Muitas pessoas estavam orando por mim e isso me ajudou bastante. A leitura da Bíblia foi algo que me motivou bastante e me fez ver que realmente estamos em uma luta espiritual. Deus me deu forças e me capacitou a terminar esse trabalho.
É relatado no livro entre outros, esse ritual:

Quatro jovens mortos em “rituais satânicos”

“A polícia na cidade russa de Yaroslavl prendeu um grupo de ‘góticos’ acusado dematar e comer quatro adolescentes em um sangrento ritual Satânico. Os oito supostos Satanistas, de 17 a 19 anos, teriam atraído as vítimas a festas na floresta nos limites da cidade de Yaroslavl, antes de induzi-los a beber e então esquartejar seus corpos. Policiais encontraram os braços e pernas das vítimas em uma vala, vestidos com símbolos Satânicos, e investigadores dizem que cada vítima foi esfaqueada 666 vezes – um número considerado um sinal do demônio”.
Trechos do Livro :
“Você come partes de carne humana nos rituais?”Às vezes”.
Que partes são comidas ritualmente? “Nós tínhamos um ritual onde nós comíamos partes genitais”.
Fale sobre isso”As partes das mulheres eram os mamilos e a vagina”.
E sobre os homens?”Você corta o pênis fora, corta os testículos.
É posto em algo como um prato de sopa. O sujeito que cozinha faz isto comouma sopa ou guisado. É uma receita secreta de aproximadamente mil anosatrás”. Culto Satânico a Mão da Morte”Cortamos o pênis, os pés e os dedos das mãos, e ele ainda estava vivo, então lhe abrimos o peito com uma machadada e eu arranquei o coração com as mãos, enquanto ele ainda agonizava”. Culto Satânico Matamoros.
O Satanismo é uma realidade e precisamos enfrentá-lo de frente, sem fechar os olhos e fazer de conta que estas coisas não acontecem de verdade.O mundo Jaz no maligno, mas a Igreja não pode Jazer no Mundo.
Diante do nosso silêncio, as pedras já estão clamando.
Fonte: Oxigêniorecordes.

Rede de pedofilia online nos Estados Unidos envolvia membros no Brasil! Uma vergonha!


Rede de pedofilia online nos Estados Unidos envolvia membros no Brasil

Três suspeitos na România, um na França e outro no Brasil foram acionados judicialmente e outros pedófilos foram condenados na Noruega e Reino Unido
Em 11 de outubro, o réu Billy Wade Carroll, de 51 anos, residente em Dayton, Ohio, foi considerado culpado no Tribunal Distrital de Riverside, Califórnia por sua participação em uma rede de pedofilia online, anunciaram os promotores públicos Lanny A. Breuer, André Birotte Jr. e Steve Martinez.
Um júri da Corte Central da Califórnia considerou Carroll culpado da acusação de conspirar para publicar, solicitar, transportar, distribuir, receber e posse de pornografia infantil e outra acusação de cometer pornografia envolvendo menores quando era exigido se registrar como predador sexual em Ohio. A condenação foi resultado de uma investigação internacional envolvendo a página eletrônica “Lost Boys” (Meninos perdidos), iniciada há 2 anos. Como resultado, 16 internautas do web site foram identificados, acusados e presos em decorrência de suas participações, sendo que 15 deles, incluindo Carroll, já foram condenados.
Evidências apresentadas durante o julgamento revelaram que entre setembro de 2007 e janeiro de 2009, o réu era um membro ativo do “Lost Boys” e que publicou mais de 100 dados. Ele supria fotos de pornografia infantil aos outros membros para que eles pudessem fazer o download dos arquivos e realizou pedidos de imagens em particular para suplementar sua coleção particular de imagens.
O portal “Lost Boys”, segundo documentos apresentados no Tribunal, era voltado a homens que possuem interesse sexual em meninos e foi criado com o intuito de prover um fórum no qual podiam ser trocadas imagens pornográficas. A página eletrônica apresentava um sistema de veto na aceitação de novos membros, que tinham que publicar fotos de pornografia infantil antes de serem aceitos no grupo. Uma vez aceitos, os novos membros tinham que continuar publicando imagens para manter seu status online e, consequente, não ser removido do fórum. Conforme documentos apresentados durante o julgamento, os membros do “Lost Boy” forneciam dicas uns aos outros sobre como evitar serem detectados pelas autoridades, que incluíam a utilização de pseudônimos para mascarar suas verdadeiras identidades e a utilização de dados criptografados nos computadores.
Segundo as autoridades, detetives descobriram a existência do portal “Lost Boys” após receberem a denúncia da Eurojust, uma entidade judicial criada pela União Europeia, que facilitou e coordenou as investigações e acionou judicialmente os residentes na EU. A Eurojust forneceu as autoridades norte-americanas dicas obtidas das autoridades italianas e norueguesas indicando que um indivíduo residente em North Hollywood (CA) compartilhava com um cidadão italiano imagens pornográficas e obteve informações sobre turismo sexual na România. Baseado nas informações oriundas da Europa, o FBI executou um mandato de busca que levou a descoberta da rede “Lost Boys”. Investigações posteriores revelaram que o portal possuía 35 membros, sendo 16 deles norte-americanos. Os outros membros estavam localizados em outros países, incluindo Brasil, Bélgica, Canadá, França, Alemanha, Nova Zelândia e o Reino Unido.
Além das acusações contra os 16 membros norte-americanos do “Lost Boys”, as investigações resultaram na identificação e prisão de 6 indivíduos envolvidos em abuso sexual de menores. A investigação também levou a identificação de 27 vítimas de abusos nos EUA, algumas delas com imagens publicadas na página eletrônica.
A operação, que envolveu as autoridades internacionais, a Polícia Federal do Brasil e outras entidades de segurança, também identificaram prováveis pedófilos na América do Sul, Europa e Nova Zelândia. Três suspeitos na România, um na França e outro no Brasil foram acionados judicialmente e outros pedófilos foram condenados na Noruega e Reino Unido. A operação também identificou vítimas de abusos sexuais na Noruega, România, Brasil e outros países.
O caso foi representado pelos promotores públicos Joey L. Blanch e Yvonne Garcia, do Distrito Central da Califórnia, e o advogado Andrew McCormack, do Departamento Criminal CEOS.
Leonardo Ferreira
Fonte: Brazilian Voice 


TRANSCRITO DE:http://oncdp.com.br/site/index.php/pedofilia3/159-rede-de-pedofilia-online-nos-estados-unidos-envolvia-membros-no-brasil

TRAZENDO A LUZ AS OBRAS DO MAL, PEDOFILIA!


A investigação às redes de pedofilia silenciada pelas elites

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Da rede local às redes globais.


A antiga versão de "rede" de pedofilia era constituída, frequentemente , por um pai incestuoso que "emprestava" a sua jovem filha a um vizinho, habitualmente em troca de dinheiro ou outra coisa em troca. Esta rede tinha então uma dimensão local.


Hoje em dia, esse mesmo pai, ligado à Internet, já não se contenta de violar a sua filha, mas filma essa violação para depois a poder difundir na Internet. Esse filme é trocado por outro filme ou vendido. Para satisfazer uma clientela cada vez mais numerosa e havida de violência, este comercio utiliza milhares de crianças, muitas delas raptadas, e os filmes passaram o ser produzidos em verdadeiros estúdios fabricados para esse efeito.


Muitas das redes, existentes no mundo, colaboram activamente entre elas, a grande maioria protegidas por personagens poderosas oriundas dos meios políticos e económicos, sendo elas próprias consumidoras. Nestas circunstâncias, é fácil entender porque é que a grande maioria dos casos de detecção dessas redes é abafado. 



Um mercado altamente lucrativo.


A pedo-pornografia tem vindo a aumentar a um ritmo assustador em todo o mundo. De um ano para o outra, no Japão, por exemplo, esse crescimento é de 60%. No entanto, as leis que punem a pedofilia, são na grande maioria dos países muito benevolentes: um ano de prisão (com pena suspensa se for a primeira vez) para os que consultam esse tipo de fotografias ou filmes, e um máximo de 10 anos para os que os produzem.


A grande maioria dos casos que vêm a público são a de um ou outro pedófilo apanhado com fotografias de pedo-pornográficas no seu computador. Hoje em dia, é relativamente fácil encontrar sites que partilham este tipo de fotografias. Esta forma de "voyeurismo" desperta frequentemente, em indivíduos predispostos, a tentação da passagem ao acto, e a procura de imagens diferentes, mais violentas.


Em 2007, em França, foram detidas 132 pessoas possuidoras deste tipo de fotografias. Veio-se a descobrir que se abasteciam num único servidor e que mais de 10 000 pessoas as tinham descarregado, num total de 1,4 milhões de fotografias e 27 000 vídeos. mas isto é apenas a ponta do iceberg, porque, para existir uma tal quantidade de material têm de existir poderosas redes de pedofilia por trás.

Essas rede "abastecem-se" de crianças provenientes de todo o mundo, frequentemente da Europa de Leste, do Norte de África e da América Latina. Os Vídeos são alugados por 40 ou 50 Euros, mas alguns podem atingir 1 500 ou 15 000 Euros. Este negócio torna-se assim altamente rentável e com um risco relativamente moderado.

As técnicas para escapar à filtragem desses sites na Internet são sofisticadas, controlo e envio de spams, rotação frequente da morada do site, reenvio para site escondidos,  necessitando portanto de meios onerosos. Assim, a pedofilia também contribui para o enriquecimento de máfias que controlam esses meios informáticos, sendo que as principais se situam na Rússia.



As redes protegidas pelas elites.

A grande maioria das redes estão protegidas ao mais alto nível. E quando falamos do mais alto nível, estamos a falar de magistrados, políticos, poderosos homens de negócios. Assim se explica que, casos como o da Casa Pia em Portugal tenha sido abafado num processo judicial interminável, para não virem ao de cima os nomes dos principais utilizadores dessa rede: políticos, deputados, conhecidos homens de negócio, jornalistas, médicos e advogados.

Recentemente na Bélgica, o deputado Laurent Louis, revelou um a lista (com pormenores de actuação), obtida através dos Anonymous, com mais de 100 personalidades belgas ligadas a redes de pedofilia nesse país.
Claro, que essa lista foi desmentida e que o mesmo corre perigo de vida.

Aqui ficam alguns nomes bem conhecidos:
- o Albert II, rei da Bélgica,
- O Príncipe Alexandre, filho do rei Léopold III,
- Etienne Davignon, dos Bilderberg,
- Herman Van Rompuy, presidente do Conselho Europeu,
- Elio Di Rupo, primeiro ministro belga,
- Martens Wilfried, primeiro ministro belga,
- Philippe Busquim, comissário europeu,
- Jean-Paul Dondelinger, comissário europeu,
- Denis Solvay, vice-presidente do grupo farmaêutico Solvay,
- Joseh Verbeeck, director na UNICEF,
- Cardial Danneels,...

SERVIÇO DE ENFRENTAMENTO AO DESAPARECIMENTO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES


Responsável: Ariel de Castro Alves
Presente no Evento: SIM
ÓRGÃO
Fundação Criança de São Bernardo do Campo
ENDEREÇO
Rua Francisco Visentainer, no 804 – Bairro Assunção – São Bernardo do Campo/SP CEP: 09861-630
WEBSITE DO ÓRGÃO
http://www.fundacaocrianca.org.br/
CARGO
Diretor Presidente
MUNICÍPIO - UF
Sao Bernardo do Campo - SP
CATEGORIA
Atendimento ao adolescente em conflito com a lei
DESCRIÇÃO
O município de São Bernardo do Campo possui mais de 810 mil habitantes (IBGE 2009), dos quais 34% são crianças e adolescentes (aproximadamente 235.770), residentes na grande maioria em região com carência de equipamentos sociais para o desenvolvimento de atividades artístico-culturais, educação e formação, lazer, entre outras. A população economicamente ativa sobre a população em idade ativa é de 63,6% em 2008. A distribuição do pessoal ocupado corresponde a 21,5% na indústria, 15,9% no comércio e 54,1% na área de serviços, e 8,5% em outras áreas. Os dados sócio-econômicos disponíveis demonstram que 26,4% dos responsáveis de domicilio do município têm renda de até três salários mínimos. O Índice de Desenvolvimento Humano de São Bernardo do Campo é de 0,834 e o Índice Paulista de Vulnerabilidade Social é de 39,3% para vulnerabilidade média, alta e muito alta. De acordo com dados do Censo Demográfico do IBGE (2000), houve uma redução de 9,8% para 4,6% na taxa de analfabetismo para a população de dez anos e mais de idade, no respectivo ano. No ano de 2007, a rede municipal de ensino infantil atendeu 23.472 crianças de zero a seis anos de idade, em 147 estabelecimentos públicos e 53.643 de sete a dez anos em 115 unidades escolares. São Bernardo do Campo possui grandes centros comerciais e industriais. A cidade é pólo da indústria automobilística, e com o decorrer dos anos e paralelo ao crescimento populacional demasiado, cresceu o número de famílias em condições precárias de habitação, de renda e salubridade. A situação de vulnerabilidade social e econômica dos moradores do município, somada com a carência de equipamentos destas comunidades, repercute nos índices de violência, conflito social e familiar, queda no desempenho escolar entre outros fatores. Dentro deste contexto e demandas identificadas, a Fundação Criança delimita suas áreas de atuação. Nesse sentido, a Fundação Criança oferece um serviço de atendimento às famílias e auxílio à identificação e localização de crianças e adolescentes desaparecidos, o qual visa auxiliar no processo de localização e identificação de crianças e adolescentes em situação de desaparecimento no município de São Bernardo do Campo. Oferece também apoio psicossocial às famílias desses, atendimento jurídico para a identificação das situações atreladas ao tempo de desaparecimento, encaminha essas crianças e adolescentes para a rede de serviços, articula a rede de serviços para auxiliar na localização e identificação dos casos. A priori, as ações que tangem ao enfrentamento a crianças e adolescentes desaparecidos foram construídas gradativamente com parceria da Delegacia Seccional de Polícia deste município. Subseqüente, fomentando o olhar para o fenômeno desaparecimento o Congresso Nacional decreta a Lei N° 11. 259/2005, alterando o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei no 8.069, de 13 de julho de 1990) ao acrescentar dispositivo para determinar investigação imediata em caso de desaparecimento de criança ou adolescente mediante a notificação aos órgãos competentes (Delegacias) tendo como função comunicar o fato aos portos, aeroportos, Polícia Rodoviária e companhias de transporte interestaduais e internacionais, fornecendo-lhes todos os dados necessários à identificação do desaparecido. As especificidades do trabalho exercido na Instituição são: de suporte psicossocial às famílias de adolescentes e crianças em situação de desaparecimento, com o objetivo de acompanhar e orientar no decorrer do processo de busca, e posterior ao encontro, executa articulação da rede e conta com apoio de parceiros, têm instrumentais próprios e teorias que subsidiam a prática profissional. Atualmente, é orientado às famílias que se dirijam a delegacia mais próxima a residência a fim da elaboração do Boletim de Ocorrência e em caráter excepcional elabora-se o Boletim de Ocorrência Eletrônico, e dando continuidade aos procedimentos, as famílias são convidadas a comparecem no atendimento psicossocial, passam por entrevista semi-dirigida, e posteriormente a análise qualitativa da entrevista. Solicitamos que para o primeiro atendimento, quando ainda do desaparecimento, que tragam foto recente da criança ou do adolescente para digitalização, confeccionamos cartazes para a divulgação da imagem da pessoa desaparecida, além de divulgação em meios eletrônicos (web sites como Rede Criança Prioridade 1 e web sites especializados), além de outros meios adequados visando auxiliar a localização e busca da pessoa desaparecida. Para todos os procedimentos de divulgação de imagem, solicitamos que os responsáveis pela criança ou adolescente assine um Termo de Autorização para a divulgação. Em casos em que percebemos a demanda, realizamos coleta de material genético, como sangue e saliva da família biológica para inclusão no Banco Nacional de DNA do Projeto Caminho de Volta, para facilitar o processo de identificação. Também em casos onde identificamos a demanda, há o envelhecimento digital de fotos. Em todos os casos, articulamos a rede de serviços para incluir crianças e adolescentes a outras demandas. Todos os protocolos de atendimento descritos acima objetivam respaldar as famílias nas demandas necessárias, no empoderamento familiar e diminuição da reincidência nos casos de desaparecimento. No ano de 2008, foram registrados 219 Boletins de Ocorrências, dos quais 171 foram atendidos pela Fundação Criança por meio de uma parceria com o programa Caminhos de Volta da Faculdade de Medicina da USP. Na Fundação Criança, as crianças e adolescentes e suas famílias passam por atendimentos psicossocial e jurídico com o objetivo de identificar as situações atreladas ao tempo do desaparecimento. Entre os anos de 2007 e 2009, foram registrados 632 Boletins de Ocorrência de desaparecimento de crianças e adolescentes. Do ano de 2007 para o ano de 2008 houve aumento de 5,5% na incidência do registro de desaparecimento. Com o programa desenvolvido pela Fundação Criança e uma ação articulada das políticas públicas, de 2008 para 2009 observou-se uma redução de 6,4% na incidência do registro de desaparecimento, o que demonstra a relevância do serviço. A família é encaminhada para Serviço Especializados de Atendimento à Família e a Fundação Criança coloca a disposição das crianças e adolescentes os espaços físicos, nos quais podem ter atividades culturais ou esportivas em horários contrários ao escolar.
DESCRIÇÃO DE ENVOLVIMENTO
O envolvimento de crianças e adolescentes atendidos por essa boa prática se dá por meio dos atendimentos. No decorrer dos encontros ocorrem reflexões sobre as questões verbalizadas – haja vista que o fato do adolescente quando aceita freqüentar os atendimentos busca acolhimento. Quanto à criança ao participar de atividades lúdicas é possível refletir conflitos de cunho subjetivos. Ao final do atendimento, crianças e adolescentes podem realizar analises criticas, visando um feedback para os profissionais envolvidos.
DESCRIÇÃO DE INTEGRAÇÃO
O serviço é executado em parceria com a Rede de Serviços Municipal que atua no atendimento a localização e identificação de crianças e adolescentes desaparecidos. São considerados como parceiros estratégicos: Delegacia Seccional, DHPP/SP, SICRIDE, Mães da Sé, Conselho Tutelar, Ministério Público, Promotoria, adolescentes, demais órgãos do sistema de garantia dos direitos de crianças e adolescentes, bem como órgãos representativos da sociedade que atuam na defesa de crianças e adolescentes.
DESCRIÇÃO DE RESULTADOS
No ano de 2009, foram atendidos 713 crianças e adolescentes, além disso, haverá seminários de capacitação para profissionais da região que atuam na área, tendo atualmente apenas 8 crianças e adolescentes em situação de desaparecimento. O projeto conseguiu neste período qualificar suas ações, desenvolvendo uma boa articulação entre a rede de serviço municipal, delegacia seccional de São Bernardo do Campo, Conselho Tutelar e demais operadores do Sistema de Garantia de Direitos. Como resultado houve, também, a aprovação do Projeto Avaliação e Sistematização de práticas que promovam a localização e a identificação de crianças e adolescentes desaparecidos no município de São Bernardo do Campo, no Edital 01/2010 da Secretaria de Direitos Humanos – SDH. Quantitativamente os números de ocorrências no primeiro semestre de 2010 diminuíram significativamente, são 85 casos, que nos mostra a estimativa de 170 casos até o segundo semestre de 2010.
JUSTIFICATIVA
Estudos realizados no município de São Bernardo do Campo mostram que por ano são registrados cerca de 200 Boletins de Ocorrências de desaparecimento de crianças e adolescentes, um número significativo, uma vez que houve um crescimento de 13% em relação aos anos de 2007 e 2008. No ano de 2007, 45% dos desaparecimentos devem-se a conflitos familiares. Este mesmo percentual se manteve no ano de 2008. Tal dado representa uma demanda específica relacionada ao contexto das relações intra-familiares. Sendo assim, pode-se citar situações de violência, conflitos familiares resultantes da fragilidade dos vínculos, ou ainda, a participação da criança/adolescente em grupo social de risco. Já os casos considerados outros, como envolvimento com drogas, transtornos psicológicos e situação de ato infracional, tiveram um aumento de 12% considerando os anos de 2007 (17%) e 2008 (29%), dados estes que demonstram, indiretamente, um aumento da violência envolvendo crianças e adolescentes. Sendo assim, a Fundação Criança presta um trabalho de Suporte Psicossocial à famílias de crianças e adolescentes em situação de desaparecimento. Este trabalho consiste em uma parceria com o Programa Caminho de Volta, com delegacias do município, por meio da Delegacia Seccional de São Bernardo do Campo, Conselho Tutelar e entidades da rede. Os Boletins de Ocorrências de crianças e adolescentes com menos de 18 anos de idade são recebidos pela Fundação semanalmente. Assim, entra-se em contato com a família, e quando a mesma comparece, é conversado sobre o desaparecimento e esta é orientada de acordo com a demanda, ou seja, pede- se que a família traga uma foto da criança ou do adolescente em situação de desaparecimento. A foto é digitalizada e são feito cartazes, os quais são distribuídos em parte para a família e demais para a Rede de Serviços, com a orientação para que sejam colocados em lugares de alta rotatividade. Também são orientados a retirarem tais cartazes quando a criança ou o adolescente aparece. Os dados são encaminhados ao DHPP para serem inclusos no cadastro nacional. Este trabalho da Fundação Criança tem parceria com o Programa Caminho de Volta, que envia um kit com o material a ser utilizado na coleta de amostras de material genético (saliva e sangue) para que seja feita uma avaliação de cruzamento genético das crianças ou adolescentes que foram localizados. Além de utilizar o Questionário da Família, que fornece informações não somente sobre os dados pessoais, mas também de como se dá a dinâmica familiar. Os casos passam por três a quatro atendimentos na Fundação Criança e, após, são encaminhados para a rede de acordo com a especificidade. É necessário ressaltar que o presente serviço realiza atendimento com a família das crianças/adolescentes em situação de desaparecimento. Além disso, atua preventivamente com os irmãos; atende 100% dos Boletins de Ocorrência – B.O.s registrados em São Bernardo; estabelece uma articulação positiva entre a rede de serviços do município; e encaminha 100% dos casos a rede de atendimento. Observa-se qualitativamente que quando essa demanda populacional passa por ações interventivas em atendimento, há diminuição na reincidência dos casos.
EXTRAS

Canibal de RJ arranca um olho, pedaços do rosto e dedo da mãe a dentadas - 2012




Um adolescente de 16 anos foi apreendido por policiais do 20º BPM (Mesquita) depois de arrancar um dos olhos da própria mãe em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. A mulher, de 30 anos, teve pedaços do rosto e do seio arrancados com os dentes. Além disso, quando a polícia chegou à casa da vítima, encontrou o filho ‘comendo' o dedo da mãe.
A mulher foi levada para o Hospital Getúlio Vargas, na Penha, e está internada em estado grave. O menor está em um centro de custódia. Segundo a própria mãe do rapaz, ele teria problemas mentais. Caso fique comprovada a doença, o jovem será encaminhado a uma clínica e ficará detido até os 21 anos.
De acordo com a polícia, o crime aconteceu na noite da última terça-feira, quando o menor fugiu de casa, e a mãe começou correr atrás do jovem.
Na fuga, ele pulou vários muros, mas foi alcançado em uma casa abandonada. Vizinhos acionaram a PM, que foi até o local verificar a denúncia de "filho agredindo a mãe".
"Cena deplorável. Quando os PMs foram atrás da denúncia de filho batendo na mãe e entraram no quarto, viram filho e mãe pelados, sendo que ele estava mastigando o dedo dela. Além disso, um olho estava pendurado, o outro, furado, e a perna, dilacerada", explicou o delegado-assistente da 58ª DP (Posse), Luiz Jorge Rodrigues, em entrevista ao programa <CF40>Cidade Alerta, da TV Record.

Rachel Genofre, não podemos deixar cair no esquecimento!



Investigação do caso da menina Rachel Genofre completa três anos sem pistas sobre o assassino

Amanhã, a família faz missa para rememorar a data; no dia 07, Assembleia Legislativa do Paraná fará pronunciamento sobre o caso
Nesta quinta-feira (03), o assassinato brutal da menina Rachel Maria Lobo Oliveira Genofre, de 9 anos, completa três anos. Em 2008, o corpo dela foi encontrado dentro de uma mala, na rodoviária de Curitiba. Segundo a polícia, havia sinais de estrangulamento e violência sexual.
Segundo a tia de Rachel, Maria Carolina Lobo Oliveira, durante esses anos a investigação foi incansável. As denúncias foram apuradas, os indícios averiguados, no entanto, afirma que o problema não está na investigação, mas na negligência quando da descoberta do corpo. “A questão central é a perda de todas as pistas do crime. O saco em que o corpo estava envolto foi jogado no lixo, a mala passou de mão em mão. Foram tantos os erros cometidos que não dá para considerar incompetência e sim negligência dos policiais envolvidos, isso dificulta – e muito – na busca de uma solução. Conquistamos um investigador exclusivo para o caso. O começo foi muito errado”, relembra Carol.
Mobilização – No próximo dia 07 de novembro, às 14 horas, a deputada estadual Luciana Rafagnin fará um pronunciamento na Assembleia Legislativa do Paraná. A atividade será em apoio à campanha “Pelo fim da violência contra mulheres e meninas: Por mim, por nós e pelas outras”, da União Brasileira de Mulheres – seção Paraná (UBM-PR). O objetivo é reivindicar políticas públicas para combater a violência contra as crianças e para que o Estado ampare as famílias vítimas da violência urbana. A UBM-PR também fará outras ações. “Estamos organizando uma audiência com o secretário de Segurança Pública e a secretária de Justiça. Vamos fazer ainda uma manifestação na Conferência Estadual de Política Para Mulheres, nos dias 11 e 12 de novembro, para cobrar a responsabilidade do poder público em relação a esse crime brutal”, ressalta a coordenadora estadual da UBM, Gisele Schimidt.
Caso semelhante – Gisele lembra que em agosto deste ano uma menina de 11 anos foi encontrada morta na periferia de Buenos Aires em situação semelhante à de Rachel. O corpo estava em uma mala, com claros sinais de violência, no oeste daquela capital. Para ela, crimes como esse não podem ficar impunes. “O corpo foi encontrado por uma mulher que revirava lixo e que viu o braçinho saindo da mala. Não podemos permitir que estes assassinos continuem a circular livremente pelas ruas. Precisamos mover a opinião pública e as autoridades para que haja empenho cotidiano a fim de chegar aos culpados. Não podemos passar dez anos relembrando essa barbárie”, pontua Gisele.
A tia da Rachel, Carol, reforça que a mobilização é fundamental, mas também destaca que o Estado precisa se envolver para por fim a tais atrocidades. “Na Argentina, a mobilização social foi muito diferente. A presidente do país, Cristina Kirchner, deu atenção pessoal ao caso. Ela ficou sensibilizada com tamanha covardia. No Paraná, temos uma delegada sensível às questões da família que nos permite acompanhar e contribuir. Mas há outras famílias que não tem nem satisfação da investigação do caso de seus filhos. Já ouvi relatos de mães que vieram me procurar para chorar junto, pois é o que resta. Essas famílias necessitam, além de justiça, de atenção psicológica, de assistência social, entre outras. O Estado tem de se responsabilizar, pois essas são as consequências da falta de segurança pública, da falta de políticas sociais, entre outros”, enfatiza Carol.
Lei Maria da Penha e ECA - Segundo a coordenadora nacional da UBM, Elza Campos, a entidade irá exigir mais uma vez das autoridades que crimes contra mulheres e meninas recebam uma atenção efetiva das autoridades brasileiras. “É preciso que as Políticas Públicas sejam efetivadas, como a implementação imediata da Lei Maria da Penha e o fortalecimento do Estatuto da Criança e do Adolescente, além de outras políticas públicas. Este ano, dedicado à realização da III Conferência de Políticas para as Mulheres e da avaliação do II Plano Nacional de Políticas para as Mulheres, estaremos alertas entendendo que os desafios são enormes para o movimento feminista e de mulheres. Enfrentar e superar a dominação ainda presente nas estruturas do Estado e na sociedade é tarefa central para a pavimentação de um caminho de justiça e liberdade para as mulheres”, finaliza Elza.
Missa – No dia 03 de novembro, às 19h30, haverá missa organizada pela família em homenagem à Raquel na igreja Perpétuo Socorro (Rua da Glória, próximo ao Estádio Couto Pereira).
Violência sexual – Rachel foi encontrada morta na madrugada do dia 05 de novembro de 2008 dentro de uma mala abandonada embaixo de uma das escadas do setor de transporte da rodoviária de Curitiba. O corpo, ainda com o uniforme do Instituto de Educação – colégio onde ela estudava – apresentava sinais de estrangulamento. Os médicos do Instituto Médico Legal (IML) confirmaram que a menina sofreu violência sexual.





44 dias de tortura, o inferno na terra!


Ainda no século XVII, Thomas Hobbes foi o autor da frase acima. Já era sabido: O homem é o pior inimigo que ele mesmo poderia ter. Sem dúvida alguma, as maiores atrocidades, crueldades e atividades malignas até hoje, foram feitas pelo homem.
Nesse post, você conhecerá o caso de Junko Furuta. Se trata de um dos casos mais brutais e chocantes da história – cometida por menores de idade.


 Em novembro de 1988, uma colegial chamada Junko Furuta foi seqüestrada por quatro rapazes e mantida em cativeiro por 44 dias na casa dos pais de um deles. Para evitar a perseguição, um deles forçou Furuta a ligar para os pais dizendo que havia fugido de casa, mas que estava bem na casa de um amigo. Além disso, também foi obrigada a fingir que era namorada de um dos rapazes. Os pais do rapaz perceberam que era mentira, mas nada podiam fazer já que um dos raptores, membro da yakuza, ameaçou usar suas conexões contra seus familiares. De acordo com as declarações no julgamento, Furuta foi estuprada e espancada diversas vezes.

Torturas coletadas por meio de processo tribunal:

1º dia: Sequestrada; mantida em cativeiro; obrigada a mostrar-se como namorada de um dos rapazes; estuprada (mais de 400 vezes no total); forçada a ligar para seus pais e dizer que tinha fugido de casa; fome e desnutrição; obrigada a comer baratas e beber a própria urina; forçada a se masturbar; forçada a se despir na frente de outros; queimada com isqueiros; objetos inseridos na vagina/ânus.

 

11º dia: Espancada inúmeras vezes; face empurrada contra o concreto; mãos amarradas ao teto e corpo utilizado como um saco de pancadas; nariz com tanto sangue que só podia respirar pela boca; halteres jogados contra seu estômago; vomitou quando tentou beber água (o seu estômago não conseguia aceitá-la); tentou fugir e foi punida com queimaduras de cigarro nos braços; líquido inflamável foi derramado em seus pés e pernas, queimando-os; garrafa foi inserida em seu ânus, causando ferimentos.

 

 

20º dia: Não conseguia andar direito devido a queimaduras graves nas pernas; espancada com varas de bambu; fogos de artifício foram introduzidos no ânus e acesos; mãos esmagadas por pesos e unhas rachadas; espancada com tacos de golfe; cigarros inseridos na vagina; espancada com barras de ferro; forçada a dormir na varanda, no frio; espetos de grelhar frango inseridos na vagina e no ânus, causando sangramentos.


30º dia: Cera quente espirrada no rosto; pálpebras queimadas por isqueiros; agulhas inseridas nos seios; obrigada a arrancar o mamilo com um alicate; lâmpada quente inserida na vagina; tesoura inserida na vagina, causando hemorragia grave; incapaz de urinar adequadamente; ferimentos tão graves que demorou mais de uma hora para rastejar as escadas até o banheiro; tímpanos seriamente danificados; extrema redução do tamanho do cérebro.

 
 


40º dia: Pediu para os torturadores “matá-la e acabar logo com isso”.
01/01/1989: Junko saúda o Ano Novo sozinha e com o corpo mutilado. Não conseguia mover-se.
44º dia: Os quatro rapazes mutilaram seu corpo com uma barra de ferro, usando um jogo de Mah-Jongg como pretexto. Sangrou pela boca e nariz. Queimaram seu rosto e olhos com uma vela. Então, derramaram fluído de isqueiro em suas pernas, braços, rosto e estômago, e depois a queimaram. A tortura final durou duas horas.


Junko Furuta morreu de choque, mais tarde, no mesmo dia, com dor e sozinha. Mas nada podia comparar os 44 dias de sofrimento que passou.
Quando sua mãe ouviu a notícia e os detalhes do que tinha acontecido à sua filha, ela desmaiou. Teve de se submeter a um tratamento psiquiátrico ambulatorial.
 

 

Os garotos alegaram não saber o quão machucada Junko estava, pensando que ela estava fingindo. Eles esconderam o corpo em um cilindro de 55 galões cheio de cimento, desfazendo-se dele em Koto, Tóquio. Por fim, os garotos foram presos e tratados como adultos, mas suas identidades foram mantidas em segredo pela Lei japonesa sobre crimes cometidos por menores.